quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Curiosidades


DA PEDRA À IMPRESSORA LASER
  • Em 1799, foi descoberta uma pedra com letras muito estranhas, na cidade de Roseta, Egito. Era a escrita hieroglífica, usada no Egito durante 3 mil anos e que por muito tempo permaneceu como um mistério sem tradução. Graças à Pedra de Roseta, o francês Champollion conseguiu decifrar em 1822 a linguagem dos hieróglifos egípcios. Porque na pedra estava gravado o mesmo texto – uma lei – também em grego antigo. Com isso, Champollion pôde comparar as duas línguas e decifrar o mistério que intrigou tanta gente durante tanto tempo.
  • O papel foi inventado pelos chineses por volta do ano 100 d.C. Dali, espalhou-se pelo Oriente. Até o século 13, a Europa importava o papel que precisava para escrever. (Ele ainda não era usado para fins higiênicos).
  • De onde vem o papel? Da madeira! Mais precisamente, da fibra de celulose, material que constitui as plantas. A parte mais usada é a casca das árvores.
    Talvez você já tenha ouvido falar do papiro, em algum filme de época ou na aula de História. Inventado no Egito Antigo, era um tipo de papel feito da planta Cyperus Papyrus, que cresce perto do rio Nilo.
  • Até o século 11, todo mundo só escrevia a mão. Como não existia caneta (não dava para comprar uma Bic ali na esquina), usava-se penas de animais molhadas em tintas vegetais.
  • Os chineses (de novo eles!) inventaram um jeito de imprimir letras no papel. Dizem que no século 8 chegaram a fazer 1 milhão de cópias de textos religiosos. No século 11, os chineses começaram a usar blocos de madeira para reproduzir os textos.
  • Já em 1430 (século 15), o alemão Gutenberg inventou uma máquina para fazer livros. Cada letra ou sinal de pontuação era uma peça de metal, molhada com tinta.
  • A impressão offset é desenvolvida a partir dos anos 20 do século XX. Ela usa técnicas da fotografia e hoje é o modo mais comum de imprimir livros, folhetos, revistas...
  • As impressoras para computadores domésticos começam a se popularizar nos anos 80. Ficou muito mais fácil e acessível imprimir documentos, gráficos, desenhos... Já pensou como Gutenberg ficaria admirado com tudo isso?

Retirado de: http://www.canalkids.com.br/arte/literatura/curiosidades.htm

Sonho, filosofia, poema, arte!


Nas escolas de nosso país, a disciplinade artes é banalizada. Tida como uma disciplina sem grande importância. Os professores, quando se tem, ensinam técnica, se ensinarem, e deixam por isso mesmo. Nossa grande preocupação é que as crianças sejam sensíveis, saibam ver e analisar as obras de arte, criem suas próprias obras e que tudo isto tenha algum sentido oculto, não superficial.

Os assuntos escolhidos como ponto de partida foram "poemas" e "sonhos de vida". A partir disto, podemos ensiná-las a analisar seus sonhos e transformá-los em poemas. Ou, até mesmo, a partir de seus objetivos de vida, transformá-los em algo concreto, em arte. Seja através de obras, poemas, desenhos, pinturas, gravuras, esculturas, performances, etc.

Já que nosso país têm uma escassez de cultura, não custa fazermos nossa parte. Instigando, explorando e dando coragem para que as crianças passem para a prática sua imaginação, sua criatividade e seus sentimentos, sem medo.

Machado de Assis



Como neste ano comemoramos o centenário da morte deste grande escritor que não nasceu gênio, mas soube tornar-se, aqui vai uma pequena biografia de sua vida. O grande interesse pela literatura dita clássica deve estar presente não apenas nas escolas e no meio acadêmico. Deve fazer parte do cotidiano e das freqüentes críticas, positivas ou negativas, feitas à autores da atualidade, assim como de outras épocas. Sua genialidade não deve permanecer apenas entre os mais cultos.



Joaquim Maria Machado de Assis foi jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo. Nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839 e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL.

Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1854, com 15 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o soneto "À Ilma. Sra. D.P.J.A.", no Periódico dos Pobres, datado de 3 de outubro de 1854. Em 1856, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1858, era revisor e colaborador no Correio Mercantil e, em 60, a convite de Quintino Bocaiúva, passou a pertencer à redação do Diário do Rio de Janeiro. Escrevia regularmente também para a revista O Espelho, onde estreou como crítico teatral, a Semana Ilustrada e o Jornal das Famílias, no qual publicou de preferência contos.
O primeiro livro publicado por Machado de Assis foi a tradução de Queda que as mulheres têm para os tolos (1861), impresso na tipografia de Paula Brito. Em 1862, era censor teatral, cargo não remunerado, mas que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar em O Futuro, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, Crisálidas, saiu em 1864. Em 1867, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do Diário Oficial. Em agosto de 69, morreu Faustino Xavier de Novais e, menos de três meses depois (12 de novembro de 1869), Machado de Assis se casou com a irmã do amigo, Carolina Augusta Xavier de Novais que foi companheira perfeita durante 35 anos. O primeiro romance de Machado, Ressurreição, saiu em 1872. No ano seguinte, o escritor foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência. Em 1874, O Globo (jornal de Quintino Bocaiúva), em folhetins, o romance A mão e a luva. Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O Cruzeiro, A Estação, Revista Brasileira (ainda na fase Midosi), escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros. Uma de suas peças, "Tu, só tu, puro amor", foi levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II (junho de 1880), por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões, e para essa celebração especialmente escrita. De 1881 a 1897, publicou na Gazeta de Notícias as suas melhores crônicas. Em 1880, o poeta Pedro Luís Pereira de Sousa assumiu o cargo de ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas e convidou Machado de Assis para seu oficial de gabinete (ele já estivera no posto, antes, no gabinete de Manuel Buarque de Macedo). Em 1881 saiu o livro que daria uma nova direção à carreira literária de Machado de Assis - Memórias póstumas de Brás Cubas, que ele publicara em folhetins na Revista Brasileira de 15 de março a 15 de dezembro de 1880. Revelou-se também extraordinário contista em Papéis avulsos (1882) e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.
Grande amigo de José Veríssimo, continuou colaborando na Revista Brasileira também na fase dirigida pelo escritor paraense. Do grupo de intelectuais que se reunia na Redação da Revista, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a idéia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início. Comparecia às reuniões preparatórias e, no dia 28 de janeiro de 1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
A obra de Machado de Assis abrange, praticamente, todos os gêneros literários. Na poesia, inicia com o romantismo de Crisálidas (1864) e Falenas (1870), passando pelo Indianismo em Americanas (1875), e o parnasianismo em Ocidentais (1901). Paralelamente, apareciam as coletâneas de Contos fluminenses (1870) e Histórias da meia-noite (1873); os romances Ressurreição (1872), A mão e a luva (1874), Helena (1876) e Iaiá Garcia (1878), considerados como pertencentes ao seu período romântico. A partir daí, Machado de Assis entrou na grande fase das obras-primas, que fogem a qualquer denominação de escola literária e que o tornaram o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa.

Os melhores logos de bandas




Seja adornando caríssimas camisetas, peles de bumbo de baterias, sendo furtivamente desenhado em carteiras escolares ou marcados a tinta no corpo dos fãs mais dedicados, o logo de uma banda pode ser tão memorável quanto o seu maior hit. O site Spinner.com fez uma lista com os 25 melhores logos de bandas de todos os tempos. Segundo eles, são ícones que tornaram-se mais memoráveis do que qualquer música.

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